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sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016

NAEM|«Planning for a Sustainable Future»|FEVEREIRO 2016



Do relatório (destaques nossos): «The cadence for reporting is likely to change, too. The use of online tools not only provides a deeper level of transparency, but also opens the door to more continuous reporting. “I think the annual report concept probably will eventually go away,” one respondent said. “Our sustainability database is measuring monthly on all criteria so we have the information instantaneously. Are we ready to maybe yet put that out there? Probably not. But ultimately yeah, yeah we probably will be.” And as some companies start to take a longer view of their issues, their communication strategies are likewise adapting. This is the case at one participating company, which recently moved to a ten-year cycle for goals. This transition is driving a strategic conversation about how, when and on which topics they will do their reporting: “It’s going to be a little bit more, management of change communications” he said, “because in some goal areas we’re going to have great progress. In other goal areas it might be flat from year-to-year in a particular area. And that’s okay because that’s part of the nature of this. You can’t get 10 percent reduction year on year on year on year. You just can’t.”».

terça-feira, 26 de janeiro de 2016

«The Global Risks Report 2016»


E uma Nota de Imprensa em português neste endereço, donde:

«Mais muros, mais aquecimento, menos água: um mundo em perigo em 2016
  •   Desde o meio ambiente até a segurança internacional e a vindoura Quarta Revolução Industrial, o Relatório de Riscos Globais do Fórum Econômico Mundial para 2016 detecta os riscos em ascensão em 2016.
  •   Há cada vez mais evidências de que as interligações entre os riscos estão se fortalecendo, por exemplo, alterações climáticas e migração involuntária ou segurança internacional, muitas vezes com impactos vastos e imprevisíveis. 
  •  A falha em atenuar e adaptar as alterações climáticas é o risco global número um em termos de impacto. A migração involuntária em grande escala está no topo da lista de riscos em termos de probabilidade e é o que aumenta mais rápido, tanto em termos de impacto quanto de probabilidade. Os ciberataques são agora considerados o maior risco na condução de negócios na América do Norte». Continue a ler.


segunda-feira, 3 de agosto de 2015

«Accounting for Sustainability»



«Accounting for Sustainability. From Sustainability to Business Resilience
This briefing supports accountants in developing a greater awareness of how they can help their organizations address issues of sustainability and more fully incorporate these issues into business strategy. Accounting for Sustainability. From Sustainability to Business Resilience clarifies the important role accountants can, and must, play in embracing sustainability to ensure that the organizations they serve are resilient by linking sustainability to a broader business agenda and strategy.
In addition to highlighting the key elements of developing a sustainable strategy, and how professional accountants can help address opportunities and challenges, the briefing includes references to some of the many resources and tools available to professional accountants to help develop their knowledge and skillset. All listed references are available on the Global Knowledge Gateway (under Sustainability in the subtopic “business resilience”)».

segunda-feira, 18 de agosto de 2014

«Comunicar o Desenvolvimento Sustentável»

 
 
 
 
 
Da Nota Prévia: «Todavia, é evidente que a comunicação externa é apenas a ponta do iceberg! As empresas terão enorme dificuldade em  continuar a elaborar relatórios com informação relevante e merecedora de confiança, caso não tenham uma gestão interna e sistemas de informação que suportem este processo. O maior desafio reside na integração das questões relacionadas com o desenvolvimento sustentável nos processos e sistemas de gestão corrente da empresa. Tal será o factor determinante da capacidade das empresas «cumprirem o prometido».






sábado, 2 de agosto de 2014

NEGÓCIO SUSTENTÁVEL NO SÉCULO XXI

 
«(...)
The statement aims to help shape the Forum’s ongoing consideration of the development of sustainable business models and practices. It can also serve as a resource for businesses, governments, civil society and other actors seeking to incorporate understandings of sustainability into their business decisions and models. This integrated understanding of business sustainability should provide a catalyst for debate and a welcome starting point in the development of future business policy and practice. (...)»
 

quarta-feira, 30 de julho de 2014

EVOLUÇÃO DA SUSTENTABILIDADE NAS EMPRESAS




A propósito do estudo, o artigo As três regras de ouro da evolução da sustentabilidade nas empresas, de Fábio Rocha,  que começa assim:

«Foi lançado em Nova York o maior estudo de sustentabilidade corporativa, publicado pela United Nations Global Compact e pela Accenture Sustainability Services. Cerca de 1.000 executivos, líderes empresariais e da sociedade civil contribuíram para esta pesquisa.
O levantamento revela que o compromisso com as questões ambientais, sociais e de governança tornou-se excepcionalmente forte: 93% dos CEOs vêem a sustentabilidade como fundamental para o sucesso da sua empresa. É claro que houve uma mudança radical na mentalidade desde a última pesquisa, em 2007, quando a sustentabilidade estava começando a reformular as regras dos negócios globais. Agora, ela é verdadeiramente uma prioridade estratégica para os executivos de todo o mundo.
O estudo, conduzido pela Accenture em parceria com a United Nations Global Compact, entrevistou 766 executivos de diversos setores em todo o mundo. Os resultados sugerem que o mundo corporativo está entrando na “Era da Sustentabilidade” – 93% dos CEOs disseram que responder questões de sustentabilidade será fundamental para o sucesso de suas empresas nos próximos dez anos.
Os CEOs acreditam que uma nova era da sustentabilidade está começando a entrar em vigor, sendo que 80% dos entrevistados prevêem um “ponto de inflexão” dentro de 15 anos – um momento em que a sustentabilidade será totalmente incorporada às estratégias de negócio da maioria das empresas em nível global.
Não há dúvida quanto à evolução do tema sustentabilidade, seja do ponto de vista do espaço que ocupa na academia, na mídia, no mundo corporativo, na agenda mundial e nas políticas. Também não temos dúvida quanto à percepção das organizações da importância deste tema como elemento de agregação de valor e de influência na performance ou na reputação». Continue a ler. 
E a síntese do estudo numa imagem:








sexta-feira, 11 de abril de 2014

«Integrating ESG in Private Equity»






Gosto de publicações «generosas» como  a da imagem: parece darem «tudo» o que os seus  autores têm para dar. Aqueles apêndices são de uma utilidade prática, a nosso ver, fabulosa. Veja-se, por exemplo, este:




À nossa escala, digamos que  neste blogue também pretendemos seguir esta «escola».  


quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

Inovação Para a Sustentabilidade





«The idea of business model innovation — that a company could launch a new business model never conceived of before, or transform an existing business model — has long captivated business leaders. Yet, executives are often held back by vested interests in their current approach: “If it ain’t broke, don’t fix it.” But as global trends — environmental, social, political, technological — continue to shift the foundations of our current business models, incremental innovation will become less effective in enabling companies, industries and whole economies to adapt and succeed. There is an urgent need for fundamentally different approaches to value creation». Continue a ler.

sexta-feira, 9 de agosto de 2013

«Global Investor Survey on Climate Change»

 
 
 
The results of this third global survey of climate-related investment practices, summarized in this report, are consistent with last year’s results: while members of the investor networks surveyed continue to show a strong commitment to addressing climate change in their investment activities, translating that commitment into investment decisions that reduce climate risks to portfolios and leverage climate-related investment opportunities remains a challenge. Leading investors continue to advance their climate-related investment practices, and are prepared to do significantly more with the appropriate policy signals. +