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segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

«SÓ EXISTE UMA ECONOMIA»

Numa conferência recente a que assisti, um dos Oradores, um reputado especialista, começou a sua apresentação dizendo: não há a Economia Verde e a Outra, a Economia é só uma. Foi  Charles Kent, do World Resources Institute que o disse na conferência a que nos referimos aqui.  E pensei, como é bom ouvir alguém com audiência dizer algo que há muito era o nosso entendimento quase de forma intuitiva. E não só numa perspetiva macro, mas também micro. Isto é, não há as organizações verdes, e as outras.  E é também por aqui  que em vez dos Relatórios de Sustentabilidade estamos com os que defendem Relatórios Únicos (Unificados é o termo em que mais nos revemos). E  também houve quem defendesse que a Sustentabilidade se devia dar em todos os cursos e não haver Cursos à parte. E, em dado momento,  falou-se nas estatísticas e nas Contas Satélites, e  foi sublinhado que embora haja informação quantitativa ela não está valorizada, ou seja, na circunstância, «não está em euros». Charles Kent insistiu que uma das prioridades é medir. E, claro, no fim lá fiz uma incursão ao INE.  Dessa visita trago para o Iscal é Verde a publicação  Estatísticas do Ambiente:

Capa da publicação
Publicada em 2011
Resumo A publicação Estatísticas do Ambiente, na sua edição de 2010, apresenta-se integralmente reformulada, quer ao nível dos conteúdos quer da sua apresentação gráfica, estando organizada em 14 novos capítulos, com textos de análise económica, financeira e física e quadros estatísticos. Assim, o Instituto Nacional de Estatística (INE), no âmbito da sua missão, disponibiliza aos utilizadores um novo produto que visa satisfazer as necessidades atuais e emergentes sobre o setor do ambiente, cada vez mais transversal e de grande impacto na vida social, na economia e no planeamento do desenvolvimento económico, social e ambiental.

Antes, esta Conta Satélite do Ambiente. 
A leitura destes dois documentos, e outros haverá,  mostra-nos onde estamos e o muito que há a percorrer. E, nesta situação, vejo o  quanto há  a desenvolver pelos profissionais de contabiliade. Até que a «Sustentabilidade», maior que o ambiente, não esteja à parte mas em toda a parte. 
WorldResourcesInst

Para terminar,  faça uma visita ao World Resources Institute. E é dele este video:



terça-feira, 9 de outubro de 2012

ECONOMIA VERDE OU «THE SUSTAINABLE ECONOMY» E A CONTABILIDADE

O anúncio da imagem foi o pretexto para este post. E tem a ver com a comunicação das acções sustentáveis de uma empresa. De uma organização, em geral. E como costumo dizer, antes de comunicar há que ter o que comunicar. Mas também não tenho dúvidas que muitas vezes já há «verde» dentro da organização que merece ter «visibilidade» e, contudo, isso não é feito.
Para saber mais sobre o  curso da imagem vá aqui. Mas sobre a economia verde e, até, numa das perspetivas que mais interessará ao ISCAL, a da contabilidade, não posso deixar de trazer para o nosso blogue o artigo da Harvard Business Review de outubro de 2011the sustainable economy, onde se pode ler, por exemplo: «(...)The problem is simple. It’s generally cheaper to buy the product that has a worse impact on its environment than the equivalent product that does less harm. Higher cost to planet does not translate to higher price to customer. Of course, this is due to the fact that businesses are rarely obliged to pay for the full toll their operations take on the world. Because many of these impacts have been hard to gauge with any precision—or to assign to individual businesses with fairness—their costs have remained external to businesses’ accounting. (...)».

sábado, 29 de setembro de 2012

ESPÉCIES PROTEGIDAS


«(...)
Acompanhar notícias de espécies ameaçadas pode ser muitas vezes deprimente, apesar de ser importante. Em uma época de vasto desmatamento, super exploração, aumento das populações humanas e mudanças climáticas, todos os dias parecem trazer notícias negativas sobre espécies ou até sobre toda a biodiversidade. Entretanto, nem tudo está perdido, esforços de conservação alcançaram sucesso ao estabilizar, aumentar e proteger alguma parte da vida selvagem mundial. Agora, uma nova lista da União Internacional para a Conservação da natureza (IUCN) promete destacar estes exemplos positivos. (...)». (+). E o site do IUCN  que integra uma secção sobre Green Economy onde está disponível informação que
 
 
interessa a diferentes profissionais, nomeadamente aos formados pelo ISCAL. Ilustração:
 
The green economy challenge
The monetary value of nature – in particular the goods and services it provides us such as water, food, energy and clean air – is enormous. Various estimates have put the value at many times the total of the world’s gross domestic product. But this value is often not taken into account in economic and tax policy, financial systems and markets. Nearly all environmental and social issues have an economic component and many are driven by market distortions. (+).